Alguém por favor empurra meu barco?
Por favor?
Me ajuda a ir adiante!
Não quero morrer na praia de novo! 

Sobre eles.

Ele tinha o pôr do sol nos olhos.Ela tinha muitos problemas!Ele vivia correndo do amor!Ela nem ligava pra isso!E um dia de sexta-feira, eles se encontraram.Se gostaram. E quando acabou cada um foi pra seu canto.Que desencanto!Viver esperando que ele  ligasse!Viver sonhando que ela esperasse.E que contraditório é o amor. Ninguém nunca segue as regras certas!Que regras que nada! Algumas nem deveriam existir.Ela pensava nele ao acordar! Ele pensava nela também.Cada um por si. Cada um com seu medo. Seguiram caminhos diferentes...E que triste que foi.Já que ela ainda se lembrava daqueles olhos!E que dor no peito, Já que ele se entregou ao destino.E cada historia começa e termina. Uma de um jeito, outra de outro. Cada um sabe o sentimento que sente!


Minha Lua, Meu sol!

É que eu nunca volto atrás da palavra lançada!
Nem dos passos perdidos no tempo. 
É que eu tenho medo de voltar e quando chegar lá não te encontrar!
É que seguir tudo e não te ver parece deserto demais.
É quando você percebe que ama alguém que te falta ar? E te faz sonhar?
Quando fica noite. Você é noite. Eu temo não acordar de você.
E se amanhã , quando você amanhecer, e se for pra mim toda sua luz, Eu prometo ficar!

O dia sempre começava como uma manhã de sábado ensolarada, uma manhã gloriosa. E terminava com um domingo triste , frio e sombrio!
Alguém sempre a fazia rir e depois chorar, igualmente nessa ordem. Uma vez, depois outra! E ela sempre dava um jeitinho de dar a volta por cima e sorrir de novo. Acho que lá pela oitava vez ela já considerava estranho que alguém entrasse e saísse da sua vida com tanta destreza. Acho que pela oitava vez foi quando ela se deitou na cama e chorou, Gritou, até esperniou como uma criança perdida da mãe no meio do mundo!
Talvez ela tenha ficado horas deitada, limpando a alma com as lágrimas... Talvez dias.
As lágrimas já nem escorriam mais! Era o choro mais seco que eu havia visto.
Sessaram-se as lágrimas, a lamentação,e até o esperneio deu sua trégua! 
Quando alguém olha nos olhos estatalados dela, com aquelas pupilas super dilatadas, com o medo nos lábios. Não se vê muita esperança naqueles olhos. Não pelas perdas... Quais perdas? 
Uma mulher tão esperta sabia que nem havia dado tempo de possuir para que pudesse se perder!
Talvez, e isso é só a minha opnião, o choro e o esperneio não foram pelas perdas. Era pelo constragimento e a vergonha de achar que daquela ve poderia ter sido diferente!




Pra sempre !


















Não há nada que te faça ficar
Nem mesmo se eu te pedir ?
Eu te peço!
Fica! 
Fica comigo?



Lá no fundo...

Nós nos afastamos um do outro como em passe de mágica.
Ele era um Garanhão. Eu, a dama da noite.
Eu era vento. Ele só dava conta de ser abafado.
Eu tava sempre cansada pra ele. E ele sempre cansado de mim.
Era lados opostos da mesma moeda. Mais fomos verão juntos no passado.
Eu não sei onde eu perdi ele. Ele não sabe como se perdeu de sí mesmo.
E o que poderiamos fazer agora?
Tentarmos ser onda e mar de novo?
Juntos no mesmo aclive?
Acho que não!
Mais cada um segue pra onde lhe convém. 
Pra que tentar? Se nem ao menos me restou brilho no olhar!

                               Secaram-se as lágrimas. Agora só me restam flores.

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